31-03-08 Cavaleiro do apocalipse!
Cavalgando para a destruição
Aparece num ápice,
Na nossa imaginação.
Tocam as trombetas,
Alertando a sua chegada.
Abrindo-se no céu brechas
Donde sai a sua montada.
E com a sua fúria,
Para a terra limpar!
Onde passa deixa lamúria,
E pessoas a chorar!
A sua espada
Trespassa corações,
Por onde passa
Deixa más recordações…
O seu julgamento
Considerado final
Não é mais que um momento
De todo infernal…
Alimentando a nossa imaginação
A dor do passado!
Destruindo o nosso coração,
Lembrando que temos errado.
O juízo final
Somos nós que o fazemos!
Quando chamados para tal,
No momento em que morremos.
Quando partimos
Da vida carnal,
Logo decidimos
O nosso final…
As nossas recordações
São de novo activadas,
E as nossas acções
Serão contabilizadas…
As boas acções
Serão nossos créditos.
As nossas paixões
Serão nossos débitos!
Nesta contabilidade,
Da nossa existência!
Estará a nossa felicidade
Ou a nossa falência…
Neste Deve e Haver
Revemos a nossa viagem,
Ficando depois a saber
Qual será a nossa paragem!
Temos a consciência
Das faltas praticadas
Nesta existência,
E nas existências passadas
Temos de continuar a trabalhar
Para o sucesso atingir…
Continuando a estudar
Continuando a persistir…
Não podemos desistir
Apenas porque falhámos.
Temos de insistir
E continuar onde parámos…
E quando sentirmos
Que o cansaço nos apoquenta,
Devemos prevenir-nos
Contra aquilo que nos atormenta!
Procurando auxílio,
Junto de um amigo.
Não deixando que o desânimo.,
Se torne nosso inimigo…
E quando estivermos a cair,
Sem forças para continuar,
Em oração devemos pedir
A alguém para nos ajudar!
Dando a oportunidade,
A outros para evoluir.
Pois esta dificuldade
Poderá, para isso servir.
Vamos melhorar
A nossa vida.
Para não precisar
De novo repeti-la…
Afastar o cavaleiro,
Que nos virá ceifar,
No minuto derradeiro
Quando tudo terminar!
Deixando nosso Guia
Vir nos auxiliar…
Ser a nossa companhia
Na hora de desencarnar!
Para que a experiência
Não se torne dolorosa.
Deixando assim esta existência
De forma amistosa…
Sem qualquer tipo de dor
De forma natural.
Partindo para um local melhor,
Deixando para trás o umbral!
O nosso sucesso
Está nas nossas mãos
Também o Inverso
Depende das nossas acções!
Na minha juventude
Fui bravo guerreiro,
Esta minha atitude
Fez de mim arqueiro!
Quando a seta atirava
Que certeira que ela ia!
Jamais imaginava
O que isso na minha vida fazia!
Tinha prazer em matar,
Os meus inimigos
Ficando a observar
Quando ficavam feridos!
Sentia a sua agonia
Na hora de morrer,
Longe de pensar no dia…
Que a mim, isso iria suceder!
Via as suas lágrimas cair,
Nos seus últimos momentos,
Incapaz de sentir
Quais os seus pensamentos…
Incapaz de saber,
Qual a sensação
De como seria morrer,
Nesta situação?!
Quantos deixariam filhos
E mulher, por si a chorar?
Mas parecia que os seus olhos
Isso, me estavam a revelar!...
Era cruel, sem sentimentos!
Bravio com convicção!
Não deixando que bons pensamentos!
Me enfraquecessem o coração…
Mas um dia, chegou a minha vez…
Estava na hora de partir
E como eu fazia, outro me fez,
E eu acabei por socumbir!
Assim eu, o corpo deixei.
Parti para outra dimensão
E quando lá cheguei,
Logo na minha recepção,
Mostraram-me a minha vida.
Vi toda a minha crueldade,
E nestra retrospectiva
Senti grande infelicidade…
Todas as pessoas que matei
Cruel e brutalmente,
Eu lá encontrei
E senti-me doente.
Quanta dor infligi
Sem medir a consequência.
E assim sofri
A sua influência…
Sentei-me a chorar
Por todo o mal que cometi.
Propuseram-me voltar,
O que prontamente acedi…
Era a oportunidade,
Que tinha para reparar
Esta minha crueldade,
Assim resolvi regressar!
Após a preparação,
Para a nova existência.
Decidimos que a reencarnação,
Seria de obediência…
Viria como missionário
Como mensageiro do amor…
Sofrendo um calvário
Sofrendo no corpo a dor!
Partiria em missão
Evangelizando os nativos
Tentando levar ao seu coração
Palavras de PAZ e AMOR!
Passando privações,
Vivendo em tormento
Sem quaisquer lamentações,
Tentar vencer esse momento!
A justiça divina
Não me deixou desamparado.
Deixando que pelo meu Guia,
Eu fosse sempre auxiliado…
Sentia dentro do meu peito
A sua presença amiga.
Sempre por perto
Para que a tarefa fosse bem sucedida.
Muito tive de trabalhar
Para que pudesse vencer…
Quando me sentia falhar
A ele pedia para me socorrer…
Entrava em oração,
Para com ele comunicar.
E em meditação…
Lá o conseguia escutar…
Psicografia de Guilherme Fernandes
Cavalgando para a destruição
Aparece num ápice,
Na nossa imaginação.
Tocam as trombetas,
Alertando a sua chegada.
Abrindo-se no céu brechas
Donde sai a sua montada.
E com a sua fúria,
Para a terra limpar!
Onde passa deixa lamúria,
E pessoas a chorar!
A sua espada
Trespassa corações,
Por onde passa
Deixa más recordações…
O seu julgamento
Considerado final
Não é mais que um momento
De todo infernal…
Alimentando a nossa imaginação
A dor do passado!
Destruindo o nosso coração,
Lembrando que temos errado.
O juízo final
Somos nós que o fazemos!
Quando chamados para tal,
No momento em que morremos.
Quando partimos
Da vida carnal,
Logo decidimos
O nosso final…
As nossas recordações
São de novo activadas,
E as nossas acções
Serão contabilizadas…
As boas acções
Serão nossos créditos.
As nossas paixões
Serão nossos débitos!
Nesta contabilidade,
Da nossa existência!
Estará a nossa felicidade
Ou a nossa falência…
Neste Deve e Haver
Revemos a nossa viagem,
Ficando depois a saber
Qual será a nossa paragem!
Temos a consciência
Das faltas praticadas
Nesta existência,
E nas existências passadas
Temos de continuar a trabalhar
Para o sucesso atingir…
Continuando a estudar
Continuando a persistir…
Não podemos desistir
Apenas porque falhámos.
Temos de insistir
E continuar onde parámos…
E quando sentirmos
Que o cansaço nos apoquenta,
Devemos prevenir-nos
Contra aquilo que nos atormenta!
Procurando auxílio,
Junto de um amigo.
Não deixando que o desânimo.,
Se torne nosso inimigo…
E quando estivermos a cair,
Sem forças para continuar,
Em oração devemos pedir
A alguém para nos ajudar!
Dando a oportunidade,
A outros para evoluir.
Pois esta dificuldade
Poderá, para isso servir.
Vamos melhorar
A nossa vida.
Para não precisar
De novo repeti-la…
Afastar o cavaleiro,
Que nos virá ceifar,
No minuto derradeiro
Quando tudo terminar!
Deixando nosso Guia
Vir nos auxiliar…
Ser a nossa companhia
Na hora de desencarnar!
Para que a experiência
Não se torne dolorosa.
Deixando assim esta existência
De forma amistosa…
Sem qualquer tipo de dor
De forma natural.
Partindo para um local melhor,
Deixando para trás o umbral!
O nosso sucesso
Está nas nossas mãos
Também o Inverso
Depende das nossas acções!
Na minha juventude
Fui bravo guerreiro,
Esta minha atitude
Fez de mim arqueiro!
Quando a seta atirava
Que certeira que ela ia!
Jamais imaginava
O que isso na minha vida fazia!
Tinha prazer em matar,
Os meus inimigos
Ficando a observar
Quando ficavam feridos!
Sentia a sua agonia
Na hora de morrer,
Longe de pensar no dia…
Que a mim, isso iria suceder!
Via as suas lágrimas cair,
Nos seus últimos momentos,
Incapaz de sentir
Quais os seus pensamentos…
Incapaz de saber,
Qual a sensação
De como seria morrer,
Nesta situação?!
Quantos deixariam filhos
E mulher, por si a chorar?
Mas parecia que os seus olhos
Isso, me estavam a revelar!...
Era cruel, sem sentimentos!
Bravio com convicção!
Não deixando que bons pensamentos!
Me enfraquecessem o coração…
Mas um dia, chegou a minha vez…
Estava na hora de partir
E como eu fazia, outro me fez,
E eu acabei por socumbir!
Assim eu, o corpo deixei.
Parti para outra dimensão
E quando lá cheguei,
Logo na minha recepção,
Mostraram-me a minha vida.
Vi toda a minha crueldade,
E nestra retrospectiva
Senti grande infelicidade…
Todas as pessoas que matei
Cruel e brutalmente,
Eu lá encontrei
E senti-me doente.
Quanta dor infligi
Sem medir a consequência.
E assim sofri
A sua influência…
Sentei-me a chorar
Por todo o mal que cometi.
Propuseram-me voltar,
O que prontamente acedi…
Era a oportunidade,
Que tinha para reparar
Esta minha crueldade,
Assim resolvi regressar!
Após a preparação,
Para a nova existência.
Decidimos que a reencarnação,
Seria de obediência…
Viria como missionário
Como mensageiro do amor…
Sofrendo um calvário
Sofrendo no corpo a dor!
Partiria em missão
Evangelizando os nativos
Tentando levar ao seu coração
Palavras de PAZ e AMOR!
Passando privações,
Vivendo em tormento
Sem quaisquer lamentações,
Tentar vencer esse momento!
A justiça divina
Não me deixou desamparado.
Deixando que pelo meu Guia,
Eu fosse sempre auxiliado…
Sentia dentro do meu peito
A sua presença amiga.
Sempre por perto
Para que a tarefa fosse bem sucedida.
Muito tive de trabalhar
Para que pudesse vencer…
Quando me sentia falhar
A ele pedia para me socorrer…
Entrava em oração,
Para com ele comunicar.
E em meditação…
Lá o conseguia escutar…
Psicografia de Guilherme Fernandes




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